Conheça mais sobre osteoporose!

A osteoporose é uma doença caracterizada por baixa densidade da massa óssea e deterioração estrutural do tecido ósseo, provocando fragilidade e aumento de susceptibilidade a fraturas, especialmente na cintura, espinha e punho. A doença progride lentamente e raramente apresenta sintomas, nem mesmo dor, e evolui até que ocorra uma fratura.

Clinicamente silenciosa até a manifestação da fratura, a osteoporose é uma enfermidade metabólica óssea comum, que afeta cerca de 30% das mulheres no período pós-menopausa, o que a torna a doença crônica de maior prevalência neste grupo etário, sendo reconhecida como um problema de saúde pública. No Brasil, estima-se que 10 milhões de pessoas apresentem osteoporose. Com o aumento da sobrevida no Brasil, estes números tendem a aumentar.

O aparecimento da osteoporose está ligado aos níveis hormonais do organismo. O estrógeno — hormônio feminino, também presente nos homens, mas em menor quantidade — ajuda a manter o equilíbrio entre a perda e o ganho de massa óssea. As mulheres são as mais atingidas pela doença. Na menopausa, os níveis de estrógeno caem bruscamente. Com isso, os ossos passam a incorporar menos cálcio (fundamental na formação do osso), tornando-se mais frágeis.

Principais fatores que predispõem a osteoporose:

1) Fatores não modificáveis

Idade avançada;
Sexo feminino;
Raça (brancos e asiáticos);
História familiar de osteoporose.

2) Fatores modificáveis

Ingestão inadequada de cálcio;
Deficiência de vitamina D, vitamina C e magnésio;
Sedentarismo ou exercício em excesso;
Excesso de proteínas, sódio e fibras na alimentação;
Uso exagerado de álcool e fumo;
Baixo peso;
Deficiência de estrógeno (existente no período pós-menopausa);
Uso contínuo de certos medicamentos: corticoesteróides, anticonvulsivantes, metotrexato, lítio, anticoagulantes, uso crônico de antiácidos, diuréticos que produzem perda de cálcio na urina, doenças da tireóide, diabetes mellitus, cirrose e doenças reumáticas;
Anorexia nervosa ou bulimia;
Menopausa precoce;
Amenorréia pré-menopausa (ausência dos ciclos menstruais por período prolongado, antes da menopausa);
Baixos níveis de testosterona, no homem.

Consumo moderado de cafeína não interfere na absorção do cálcio e não causa osteoporose

Um conceito equivocado entre profissionais de saúde é o de que a cafeína interfere na absorção do cálcio, podendo assim causar osteoporose. Trata-se de algo totalmente infundado, pois a cafeína não atua como um quelante do cálcio, não impedindo a absorção deste mineral. O cálcio tem seu metabolismo rigorosamente controlado por uma série de hormônios e pela vitamina D, de forma que dos 1.200 mg recomendados para ingestão diária, apenas 300 mg são absorvidos. Caso o organismo necessite de mais cálcio, o intestino apenas aumenta sua absorção.

Estudos iniciais levantaram a suspeita de que o consumo de cafeína estaria associado com uma maior incidência de osteoporose e fraturas em idosos, mas pesquisas atuais esclareceram esta dúvida inicial. O risco de fratura do quadril apresenta uma modesta relação com o consumo de doses elevadas de cafeína (acima de 700 mg/dia, aproximadamente 7 xícaras de café) em alguns estudos, enquanto outros concluem que não existe relação entre o consumo de cálcio, fósforo, proteínas, vitamina C e cafeína e fraturas do quadril. Também concluem que exercícios recreacionais na infância e adolescência parecem ajudar a proteger contra este tipo de fratura. Portanto, o consumo moderado de cafeína não possui relação com o problema, mas o seu consumo excessivo (acima de 500 mg, aproximadamente 5 xícaras de café) deve ser evitado por pessoas idosas e mulheres na menopausa, pois podem influenciar na ocorrência de osteoporose em mulheres que consomem uma quantidade inferior a 800 mg de cálcio na dieta.

Postado por: Tatyana Dall’ Agnol

Obesidade e problemas na pele

Obesidade é a condição na qual há um acúmulo excessivo de gordura corporal até o ponto em que passa a estar associada a vários problemas de saúde ou aumento na taxa de mortalidade. Segundo pesquisa realizada pelo IBGE em 2008 e 2009, a obesidade atinge 12,4% dos homens e 16,9% das mulheres com mais de 20 anos. Defini-se como obeso aquele paciente que tem o índice de massa corpórea (IMC) superior a 30, número obtido pela divisão do peso pela altura ao quadrado.

Bem conhecida é a associação entre obesidade e doenças cardiovasculares, diabetes melitus, osteoporose, alterações do sono entre outras patologias. Deve-se lembrar, no entanto, que o excesso de gordura traz também repercussões para outros órgãos do corpo humano, entre eles a pele.

Nos indivíduos que se encontram acima do peso é comum o aparecimento de lesões pedunculares, semelhantes a verrugas, em regiões de maior atrito de pele, como as axilas, pescoço e virilha. São chamados acrocórdons, lesões de caráter benigno, facilmente removidas pelo dermatologista, mas que podem gerar desconforto e constrangimento ao paciente quando não tratadas.

O excesso de peso também ocasiona uma diminuição da SHBG, globulina responsável pelo transporte de hormônios sexuais, levando um aumento da testosterona livre circulante no organismo. O aumento de testosterona predispõe ao surgimento de acne, aumento da oleosidade da pele e hirsurtismo, ou seja, aumento da quantidade de pêlos. Além disso, há o escurecimento da pele de áreas de dobras, como axilas e virilha.

O acúmulo de gordura corporal leva a um estiramento da pele, podendo desencadear o surgimento de estrias (víbices), quando as fibras elásticas da estrutura da pele são rompidas. Os locais mais acometidos são mamas, antebraços, abdome, flancos e interno e coxas.

No individuo obeso é comum a ocorrência de micoses nas áreas de dobras de pele (virilha, infra-mamária), pois o excesso de pele predispõe a maceração local além do aumento da umidade, ambiente ideal para a proliferação de fungos.

Desse modo, observamos que, muitas vezes, alterações cutâneas na pele de obesos podem ser sinais inclusive de alterações endócrinas subjacentes. Portanto, especial atenção deve ser dada a esses indivíduos.

Fonte: Ativo.com, por Thais Guerreiro

Entenda mais sobre dores nas costas

Quem nunca ouviu falar que alguma pessoa sente dor nas costas? Quem nunca sentiu dor nas costas? Seja você atleta amador, atleta de fim de semana, atleta profissional ou até mesmo sedentário, já sentiu ou irá sentir aquela dorzinha chata na região lombar, torácica e/ ou cervical.

“Dor nas costas” é um termo popular, que na medicina é conhecido como: lombalgia, cervicalgia e dorsalgia, causas de morbidade ou incapacidade funcional. Cerca de 70% a 80% da população mundial já teve ou irá ter dor nas costas ao longo de sua vida. As principais causas da dor nas costas são:

· excesso de peso;

· excesso de gordura abdominal;

· fraqueza abdominal;

· encurtamento da musculatura posterior das pernas;

· encurtamento da musculatura lombar;

· joelho varo ou valgo excessivos;

· utilização inadequada de palmilhas;

· utilização de tênis inapropriado para seu tipo de pé.

Esportistas - Nem mesmo os atletas, ou praticantes de corridas de longa distância, estão imunes. O atleta de corrida com dor nas costas deve alongar bastante a musculatura posterior e lombar, e sempre trabalhar a musculatura abdominal. É essa musculatura que dá sustentação e estabilidade durante seus treinos de corrida e competição, diminuindo assim a probabilidade desse fantasma, que incomoda muitas pessoas, ocorrer.

Atletas de natação também são propensos a sentir dor nas costas, devido à biomecânica do nado. No ciclismo não é diferente, a biomecânica do atleta na bike, faz com que ocorra um excesso de estresse na região lombar, dorsal alta e cervical, tornando esses atletas fortes candidatos a terem dores nas costas. Mas a atividade física pode sim ser uma forma preventiva e contribuir imensamente no tratamento dessa dor, desde que for praticada corretamente.

Sedentarismo - Pessoas sedentárias também estão propensas à dor nas costas. Isso porque, quando a musculatura da região lombar é estimulada (há falta de força e falta de alongamento) ocorrem espasmos, causando aquela conhecida frase: “Minhas costas travaram!”.

Quando isso acontecer, a melhor atitude é procurar um médico e iniciar um trabalho de exercícios regulares, com sessões de alongamento, isto é, começar a ter qualidade de vida. Um profissional de educação física é a pessoa ideal para orientar você nos seus exercícios.

Em casos agudos de dor, repouso é sempre bem-vindo. Mas a orientação médica e fisioterápica também ajudará bastante. Lembre-se que a dor nas costas não é incapacitante quando diagnosticada e tratada precocemente.

Bons treinos! E para quem ainda não iniciou uma atividade física, esta é a hora!

fonte:www.santaconstancia.com.br

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Postado por: David Homsi – fisioterapeuta esportivo

Lesões comuns nos ombros

O objetivo deste artigo é tornar acessível o conhecimento da articulação do ombro, de maneira ampla e pouco cansativa, visando uma melhor compreensão dos problemas desta articulação.

Anatomia do Ombro

A anatomia do ombro é bastante complexa, devido ao seu grau de instabilidade e grande arco de movimento que realiza. Para compreendermos melhor esta articulação devemos conhecer inicialmente sua anatomia.

O ombro possui várias estruturas ósseas, ligamentares, tendinosas e musculares, sendo dividas nas seguintes estruturas:

-ósseas: úmero, escapula (coracoide, acrômio e glenoide) e clavícula;
-ligamentares: gleno-umerais(anterior e posterior), coraco-acromial e coraco-clavicular (trapezóide e conoide);
-musculo-tendineas: manguito rotador (supra-espinhal, infra-espinhal, subescapular e redondo menor), deltóide, romboides e bíceps (cabeça longa principalmente), estruturas estas protegidas parcialmente pelas bursas sub-acromial e sub-deltoidea.

Patologias do Ombro

O ombro é acometido por diversas patologias com características peculiares a região articular que acomete:

-bursa: bursites;
-tendões: tendinites, rupturas, síndrome do impacto e calcificações;
-ligamentos:instabilidade e luxações;
-ossos: fraturas;
-articular: artrose e artrite.

O grande problema destas patologias é o grau de incapacidade que exerce sobre o paciente, por provocar fortes dores e imobilidade articular.

Diagnóstico

Os princípios básicos para o diagnóstico das patologias do ombro são:

-história clinica completa;
-identificação de sinais e sintomas que auxiliam na descoberta da patologia;
-exame físico detalhado;
-utilização de exames complementares (radiografia, ultrassom, tomografia, ressonância)

Tratamento

O tratamento das patologias que acometem o ombro são bastante diversos, que vão desde uso de imobilizações (tipóia, “8” e gesso), cirurgias (abertas e artroscopia) e fisioterapia, porém a melhor forma de tomar conhecimento das patologias e seu tratamento especifico é consultar um ortopedista especialista em ombro para solicitar maiores esclarecimentos.

Postado por: David Homsi, fisioterapeuta
fonte: www.santaconstancia.com.br

Alongamento e atividade física

Atualmente cresceu o número de treinadores e praticantes de atividade física regular que questionam a influência do alongamento sobre o esporte que praticam e, mais do que isso, questionam os seus benefícios.

Para a grande maioria das pessoas, alongar é quase obrigatório antes de se realizar qualquer exercício físico, seja ele de alta ou baixa intensidade, curta ou longa duração e nos mais diversos ambientes, mesmos nos mais hostis.

Segundo uma grande revisão bibliográfica feita recentemente pelo GSSI (Gatorade Sports Science Institute), as tradicionais rotinas de alongamento realizadas durante o aquecimento, antes do exercício, podem aumentar a flexibilidade por um curto período de tempo, porém não promovem benefícios para a performance e tão pouco na prevenção de lesões musculares, tendões e ligamentos. A dor muscular de início tardio, conhecida como dor do dia seguinte, também não se beneficia do alongamento pré e pós-atividade. Segundo este mesmo estudo, o risco de lesão a estas estruturas parece ser menor em indivíduos de melhor condição aeróbica.

O que fazer - Imagino que a grande maioria das pessoas deve estar se perguntando: então o que eu devo fazer para evitar lesões e ganhar flexibilidade afinal?

A posição mais aceita atualmente é que para se ganhar flexibilidade deve-se realizar o alongamento em momentos distintos da atividade física propriamente dita. Este alongamento, ou trabalho de flexibilidade, deve preferencialmente ser feito de forma passiva (com auxílio) e com tempo de permanência em cada posição de aproximadamente 30 segundos. Em relação à prevenção de lesões, devemos nos preocupar mais com o aquecimento antes da atividade. Este trabalho tem como função aumentar a temperatura corporal e preparar os ligamentos, tendões e músculos para a atividade a ser realizada.

Por mais chocante que se possa imaginar, o alongamento antes da atividade física pode promover perda de força muscular, o que prejudicará o desempenho físico. Propor um novo hábito na rotina de exercícios de qualquer pessoa não é uma tarefa fácil, ainda mais algo tão tradicional e que a princípio promove grande ajuda. Apesar de estarmos diante de um novo conceito, o bom senso deve sempre prevalecer, além do bem-estar de quem vive o esporte de forma saudável!

Antes da prática da atividade física, costumo indicar aos meus atletas que apenas coloquem a articulação em posição anatômica, assim colocamos nossos músculos e articulações mais fisiológicos possíveis, evitando as lesões.

fonte: www.santaconstancia.com.br
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Como vencer as barreiras da mente e as dificuldades?

Bom dia a todos. Acredito que uma das coisas mais importantes que enfrentamos no dia-a-dia são as nossas limitações, ou melhor, o que a nossa mente passa para nós. “A mente mente para nós”.

Este é um trocadilho importante, pois todos os dias eu vejo situações de superação. Sabemos que a rotina, a regularidade ao longo dos dias, muitas vezes, é monótona e solitária, mas, como tudo na vida, tem o seu lado bom e positivo. A regularidade faz com que tenhamos disciplina, força de vontade de superar as dificuldades.

O segredo da vida e da longevidade é a rotina de vida que levamos ao longo dos anos. A qualidade de vida que empregamos no nosso dia-a-dia: ser feliz, estar em harmonia, buscar a saúde a todo custo, nossos hábitos de vida, etc.

Temos vivências a todo o instante, coletamos as experiências dos outros para podermos colocá-las em prática. As dificuldades do nosso cotidiano têm como fundamento o nosso amadurecimento, crescimento interior, abstração dos sentidos e, o mais importante, achar a solução para as nossas próprias limitações.

Como o nosso foco é saúde, qualidade de vida e a prática consciente de atividade física, temos uma missão muito digna de mostrar o caminho para as pessoas. Como atletas, encontramos muitas dificuldades tais como acordar cedo, alimentação saudável, disciplina, treinos árduos, alterações climáticas (chuva, frio, etc), lesões, rotina – rotina – rotina.

Mas, nada é impossível, se muitos conseguiram você também pode conseguir. Se muitos foram campeões – você é o próximo.

Assim sendo, segue algumas dicas do cotidiano para podermos superar os problemas:
1- Ser feliz
2- Disciplina
3- Gratidão
4- Foco
5- Perdão
6- Alimentação saudável
7- Prática de uma atividade física
8- Momento para meditação e reflexão
9- Família
10- Diversão
11- Amigos
12- Visão de futuro

Postado por: Ativo.com, Dr. Alexandre Castelo Branco de Luca

O USO DO FRIO E DO CALOR NA MEDICINA ESPORTIVA

A crioterapia (terapia do gelo ou utilização do gelo nas lesões) é muito utilizada nas afecções traumáticas, principalmente nas lesões músculo-esqueléticas. Ela pode ser considerada uma modalidade terapêutica, já que é muito utilizada nas reabilitações e na medicina esportiva.

A “terapia com gelo” tem como objetivo reduzir a dor, o espasmo muscular, fluxo sanguíneo local e regional, diminuir o metabolismo, causar uma hipóxia secundária, diminuir o processo inflamatório, reduzir edema, entre outros. A utilização do gelo nas lesões é muito antiga, dizem que antes de Cristo o gelo já era utilizado para “analgesia”.

Mas o que significa crioterapia? Literalmente, significa “terapia com frio”, isto é, aplicação terapêutica de qualquer substância no corpo que remova o calor corporal para diminuir a temperatura dos tecidos. Sendo assim, todas as técnicas em que se utiliza o frio, como massagem com gelo, crioalongamento, colocação de gelo nas lesões traumáticas e atraumáticas, são chamadas de crioterapia.

Se o gelo for utilizado de forma incorreta, sem conhecimento de seus fenômenos neuro-fisiológicos, musculares e vasculares, poderá ter consequências indesejáveis em seu tratamento.

Utilização do gelo – “crioterapia”
·  Diminui o espasmo muscular;
·  Alivia a dor;
·  Nos traumatismos (entorses, contusões, distensões musculares, etc.), previne o edema e diminui as reações inflamatórias;
·  A quantidade de aplicação depende da lesão e grau da mesma.

Já a aplicação do calor promove alteração das propriedades físicas dos tecidos que compõem os tendões, cápsulas articulares e cicatrizes, melhorando suas respostas ao alongamento. Pode ser usado para um relaxamento muscular, por exemplo, em tensões e rigidez muscular.

Na lista de contraindicações estão: não aquecer regiões do corpo que estiverem anestesiadas, edemaciadas, inflamadas, feridas com sangramento, em áreas onde haja tumores, sobre os testículos, sobre o abdome de gestantes ou em áreas do corpo de pessoas inconscientes.

Utilização do calor
·  Alivia a dor;
·  Aumenta a flexibilidade dos tecidos músculo-tendíneos;
·  Diminui a rigidez das articulações;
·  Melhora o espasmo muscular;
·  Melhora a circulação.

Obs.: Há vários tipos de distúrbios onde o calor e o frio produzem efeitos semelhantes. O espasmo muscular que acompanha a hérnia de disco, lombalgias, cervicalgias e problemas articulares pode ser reduzido tanto com o calor quanto com o gelo.

fonte:www.santaconstancia.com.br por David Homsi – Fisioterapeuta

Treinamento X Saúde

Foi realizado nesse domingo em São Paulo a Golden Four, circuito de meias maratonas da Asics, uma prova bonita e rápida nas ruas da zona sul que não teve um final  feliz.

Um atleta que participava da prova, teve uma parada cardíaca no quilometro 4 e foi levado imediatamente para o pronto socorro onde não resistiu e faleceu.

Com isso, mais uma vez abre-se a discussão sobre a atividade física e saúde.

Será que é saudável o que fazemos? Será que estamos bem amparados nas provas? Quais exames precisamos realizar para poder treinar com tranquilidade? Entre outras questões que sempre aparecem.

Ainda no Domingo em NY, EUA, aconteceu uma prova de Triathlon onde outras duas pessoas morreram de parada cardíaca, o que será que esta acontecendo? Será que a prova exige de mais do atleta? Ou o atleta não esta preocupado com a sua condição física?

Fica aqui mais um alerta para todos vocês refletirem e pensarem sobre o que querem com o treinamento físico, e desde já começarei a cobrar os exames e atestados médicos de todos que estão em falta.

Exames necessários:

  • Ergométrico de Esforço
  • Atestado Médico
  • Avaliação Física

Abraços a todos e aguardo os exames.

Bons treinos.